A Maldição da Beleza

abr 26, 2017

Ela pode. Ela faz. Ela acontece. Algo errado com isso? Claro que não.
Ela tira foto. Ela é pop. Da beijinho no ombro e deseja vida longa as inimigas. E qual o mal disso? Bom aí depende.

Vejamos, massagear o ego as vezes é necessário, massagear demais nos deixa débeis, fúteis e voláteis quanto o desejo exacerbado do eu. Um desejo que esmaga a coerência sobre “o que ela não pode, mas que a mim é permitido”, pisa na própria humildade, ofende a própria inteligência.

Uma necessidade sem fundamento pessoal ou coletivo, uma forma de causar “suicídio intelectual” pela forma com a qual você alimenta seu ego.

“Ora que mal há tirar fotos minhas frente ao espelho? Bico de pato, piscadinha, de lado com olhar no vazio ou três ângulos de corpo inteiro?” Nenhum, prossiga assim menina, afinal te fizeram crer que o mundo não pode com você certo? Será mesmo? Eu pensaria outra vez se fosse você, sério.

A maldição da beleza te cega e a faz crer que sua beleza abrirá portas e fechará o tempo quando seu humor mudar de acordo com a sua vontade, mas neste seu reino, somente os fracos de personalidade vão seguir te elogiando da forma mais vazia possível.

A beleza não é sustentada por rímel, batom ou seu forte senso de moda. Menos ainda quando você vomita suas frases embriagadas de arrogância e prepotência, acredite você só é mais uma que, cheia de si, engrossa o coro de uma geração de “selfies” onde o foco está na perpetuação do auto-orgulho, cujo o propósito é tão vazio quanto seus próprios pensamentos.

Ela pode. Ela faz. Ela acontece. Algo errado com isso? Claro que não.
Ela tira foto. Ela é pop. Da beijinho no ombro e deseja vida longa as inimigas. E qual o mal disso? Bom aí depende.

Vejamos, massagear o ego as vezes é necessário, massagear demais nos deixa débeis, fúteis e voláteis quanto o desejo exacerbado do eu. Um desejo que esmaga a coerência sobre “o que ela não pode, mas que a mim é permitido”, pisa na própria humildade, ofende a própria inteligência.

Uma necessidade sem fundamento pessoal ou coletivo, uma forma de causar “suicídio intelectual” pela forma com a qual você alimenta seu ego.

“Ora que mal há tirar fotos minhas frente ao espelho? Bico de pato, piscadinha, de lado com olhar no vazio ou três ângulos de corpo inteiro?” Nenhum, prossiga assim menina, afinal te fizeram crer que o mundo não pode com você certo? Será mesmo? Eu pensaria outra vez se fosse você, sério.

A maldição da beleza te cega e a faz crer que sua beleza abrirá portas e fechará o tempo quando seu humor mudar de acordo com a sua vontade, mas neste seu reino, somente os fracos de personalidade vão seguir te elogiando da forma mais vazia possível.

A beleza não é sustentada por rímel, batom ou seu forte senso de moda. Menos ainda quando você vomita suas frases embriagadas de arrogância e prepotência, acredite você só é mais uma que, cheia de si, engrossa o coro de uma geração de “selfies” onde o foco está na perpetuação do auto-orgulho, cujo o propósito é tão vazio quanto seus próprios pensamentos.

Gregory Zucolotto

Gregory Zucolotto

Autor

Formado em Analise de Sistemas, atua como Web Designer em horário comercial (e as vezes fora também). Escritor nas horas vagas (ou escritor de boteco, como gosta de se classificar), reúne palavras de uma mente povoada de opiniões sobre tudo. Amante de pensamentos lógicos, tem o hábito de manipular suas emoções através da razão. Composto de uma mistura entre nerd e geek, fã incondicional de HQ’s, filmes e séries.

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